sexta-feira, 14 de maio de 2010

ARTEREFORMA







SOS DIREITOS HUMANOS INFORMA E PEDE APOIO

SOS DIREITOS HUMANOS

DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ –
UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA

"As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão têm direito inalienável à Verdade, Memória, História e Justiça!"

Por Otoniel Ajala Dourado

O MASSACRE DELETADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA.

No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi a CHACINA praticada pelo Exército e Polícia Militar em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato "JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA", paraibano negro de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.
O CRIME DE LESA HUMANIDADE. O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes.
Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças. A AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA PELA SOS DIREITOS HUMANOS.
Como o crime praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é IMPRESCRITÍVEL conforme legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza - CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos.
A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO.
A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.
RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5
A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;
A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA
A SOS DIREITOS HUMANOS, como os familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVAA “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, e por que não a procuram? Serão os fósseis de peixes do "GEOPARK ARARIPE" mais importantes que os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO?
A COMISSÃO DA VERDADE. A SOS DIREITOS HUMANOS busca apoio técnico para encontrar a COVA COLETIVA, e pede que o internauta divulgue a notícia em seu blog/site, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.
Paz e Solidariedade,
Dr. Otoniel Ajala DouradoOAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOSEditor-
Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
www.sosdireitoshumanos.org.brsosdireitoshumanos@ig.com.brhttp://twitter.com/REVISTASOSDH

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Arte Reforma no ISVA







O ISVA informa: Primeiro Colóquio Território Autônomo


Entendido em sentido amplo e não sectário, o pensamento libertário compreende uma multiplicidade de correntes e perspectivas, do anarquismo clássico ao autonomismo. O que elas têm em comum é, sobretudo, a objeção simultânea ao status quo capitalista (e a todo o cortejo de opressões constantemente reproduzidas em nossas sociedades: exploração de classe, racismo, patriarcalismo etc.) e ao “socialismo” burocrático e seus pressupostos autoritários.


Gostaríamos de convidar todos os cientistas sociais (geógrafos e não geógrafos) interessados em discutir e construir alternativas, tanto teóricas quanto de engajamento, a partir de uma tal perspectiva, para participar do Primeiro Colóquio Território Autônomo − Um olhar libertário sobre práticas espaciais, política, economia e cultura, organizado pelo Núcleo de Pesquisas sobre Desenvolvimento Sócio-Espacial (NuPeD) da UFRJ, que será realizado entre os dias 26 e 27 de outubro de 2010, no Rio de Janeiro.


A estrutura do colóquio abrange uma fala de abertura (Uma Geografia marginal e sua atualidade: A linhagem libertária), dois espaços de debate (1: Matrizes do pensamento libertário na Geografia: Reclus e Kropotkin; 2: Diálogos da Geografia com o pensamento crítico não autoritário: Foucault, Guattari, Castoriadis...), um minicurso (Geografia dos Movimentos Sociais), dois grupos de trabalho (1: Conflitos sociais e espacialidade: Classe, etnicidade, gênero...; 2: Os geógrafos e os movimentos sociais: Como colaborar?) e uma fala de encerramento.


Maiores informações sobre a dinâmica do evento, bem como sobre as normas para a submissão de trabalhos, estarão disponíveis na página do evento (http://territorioautonomo.wordpress.com/).


Contato: Glauco B. Rodrigues (coloquioterritorioautonomo@gmail.com)

ARAGUAYA: CINECLUBE ISVA


Sinopse:


No auge da ideologia da segurança nacional do Exército brasileiro, um partido de esquerda dissidente, militantes (a maioria jovem e inexperiente) e inocentes camponeses travam uma batalha contra o Exército em região onde a ambição e a miséria dominam.

É onde também está o Padre Chico (Stephane Brodt), um religioso francês que chegou à região do Araguaia no início dos anos 60.

A profunda identificação entre Padre Chico e os moradores fazem com que ele presencie eventos ligados à formação da Guerrilha do Araguaia.


Araguaya - Conspiração do Silêncio
titulo original: (Araguaya - Conspiração do Silêncio)
lançamento: 2009
direção: Ronaldo Duque
· atores: Norton Nascimento (Osvaldão) Françoise Forton (Dora) Danton Mello (Carlos) Narcisa Leão (Lúcia) Stephane Brodt (Padre Chico) Fernanda Maiorano (Tininha) Rasanne Holland (Alice) Rômulo Augusto (Flávio) William Ferre
duração: 105 min
gênero: Drama
· site oficial:
· http://www.conspiracaodosilencio.com.br/

terça-feira, 4 de maio de 2010

Revista Barbárie: revista de cultura libertária


por Eduardo Nunes


A revista Barbárie, publicação anarquista de finais dos anos 1970, editou entre 1979 e 1982 apenas 5 números. Em 1979, sai o primeiro número, com a participação de 15 pessoas, a maioria de Salvador, mas com colaboradores do Rio de Janeiro, constituiu-se como um coletivo, formado por estudantes universitários, principalmente, provenientes da Faculdade de Filosofia da UFBA dos cursos de Ciências Sociais, Psicologia, Filosofia e Letras. Neste primeiro número, publicou artigos sobre a Autogestão entre os índios, uma entrevista com Noam Chomsky sobre a socieade anarquista, a imprensa operária no Brasil entre outros temas. O segundo número ainda publicado em 1979, apresenta temas sobre o anarcosindicalismo na Espanha, um artigo do professor de São Paulo, Luiz Alfredo Galvão faz uma crítica ao marxismo doutrinário e uma crítica a cultura, além de um texto de Castoriadis sobre a Educação Sexual em URSS.

O número 3 editado em 1980, aborda a crise da CNT no período pós-franquismo, a revolta dos Búzios e um artigo de Marcos do Rio sobre autogestão. O penúltimo número (1981), foi dedicado ao tema Anarquismo no Brasil e no mundo, com um texto inédito de Foucault quando esteve em Salvador fazendo uma palestra na faculdade de filosofia, além de um texto de Edgar Rodrigues, uma entrevista com os sindicalistas Antonio Mendes (atual diretor do ISVA) e José Mendes do sindicato de trabalhadores de Quixeramobim (Ceará).

O quinto e último número da Barbárie (1982) reuniu textos de Foucault (parte final), Burroughs e Debord, assim como um artigo sobre a revolta estudantil na UFBA onde é narrada a experiência de um dos integrantes do coletivo nas lutas da residência universitária e a expulsão dos estudantes da residência na madrugada pela polícia federal.

O coletivo Barbárie, na época, além de atuar no meio universitário estendeu suas ações para a luta nos bairros, principalmente, o bairro de Valéria e para a luta sindical, principalmente, no sindicato de trabalhadores rurais de Candeias e São Francisco do Conde. Atualmente, alguns integrantes do coletivo continuam a luta no bairro de Valéria a partir da criação do Instituto Socioambiental de Valéria.

domingo, 2 de maio de 2010

Primeiro de Maio no ISVA


bandeira anarquistas ecologistas

bandeira anarquista hasteada
reunião do primeiro de maio

bandeira da COB hasteada
panela no forno


preparando o feijão

preparando o forno